como piloto da FAB (comandou um P-47 em 94 missões no teatro italiano) e durante a ditadura foi perseguido pelos militares por haver discordado do golpe de 1964.
Além de não apoiar o golpe defendeu ideais democráticos (eleições livres) e o retorno das liberdades.
Nem as três prisões nem a tortura o fizeram mudar de idéia.
O brigadeiro passaria no crivo do idealismo de Millôr Fernandes que dizia não acreditar em
idealistas que não sofressem prejuízos pelo próprio idealismo.
| Nina Schneider/Arquivo Pessoal | ||
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